Caim e Abel

28 de junho de 2010, por

Resumo

Título:

Caim e Abel (Kane and Abel)

Autor:

Jeffrey Archer

Editora:

Sextante

Páginas:

416

Publicação:

2008

ISBN:

9788599296318

Preço:

29,90

Avaliação:

Não é sempre que paramos para pensar na infinidade de livros publicados – principalmente se olharmos para fora do Brasil, da outra infinidade de livros que queremos ler, e dos tantos outros que sabemos que nunca iremos ler, pois não teremos tempo para tudo. Então, vez ou outra, acabamos descobrindo “novos livros” nesse grande emaranhado de publicações. E como é bom quando acontece.

Caim e Abel é um romance escrito em 1979 pelo britânico Jeffrey Archer, polêmico político, escritor e intitulado Barão Archer de Weston-super-Mare. Mas para mim, o que importa é a definição do Los Angeles Times:

Um dos 10 maiores contadores de história do mundo.

Relançado recentemente pela Sextante, comecei a ler este livro com certo receio. Indicaram-me enfaticamente e por isso acabei lendo-o, mas achando que lidaria com assuntos de cunho religioso. Ledo engano.

Caim e Abel é, antes de tudo, uma grande lição de vida. Traz exemplos de perseverança, lealdade, amor e mostra como o ódio cego pode nos levar a cometer os piores erros. Além disso, o autor esmiuça as transformações políticas e econômicas, principalmente nos Estados Unidos, passando por guerras, resseções e períodos de estabilidade, e mostra como este se transformou na terra das oportunidades e do patriotismo.

Ensina ainda que antes de nos contrapormos a ideias e pessoas devemos nos despir de qualquer tipo de preconceito. É um livro brilhante e instigante. Nos faz percorrer suas 416 páginas num piscar de olhos. Com sua narrativa ágil e envolvente, Jeffrey Archer conduz brilhantemente a saga de William Kane e Abel Rosnovsky, dois empresários de sucesso dispostos a levar sua rivalidade às últimas consequências.

Com mais de 10 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Caim e Abel é considerado um dos melhores títulos de ficção dos últimos tempos, figurando ao lado de clássicos como Os Pilares da Terra, Xógum e O Físico.

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